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Tirando a Teia

Posted by Caio Araujo. on 12:23



Sem muita vontade e nem tempo para escrever eu posto um estudo de sombra e transparencia que fiz em um dos meus poucos momentos de calmaria no jornal...

Em momentos de letargia eu capto as coisas que as pessoas falam e fico refletindo,
descobri coisas valiosas essa semana...

Como eu ja imaginava é certo dizer estou "ao aguardo" e não "no aguardo".

E as pessoas não passam "desapercebidas" das situações:

É fácil confundir. Uma pessoa que passou despercebida numa festa não foi notada, ninguém a viu entrar ou sair. Uma pessoa desapercebida é aquela que está desprevenida ou despreparada. Os desapercebidos, por exemplo, não conseguem perceber a diferença agora explicada. Entendeu?*** (com créditos a http://educaterra.terra.com.br/vestibular/dicas/ler_pens_esc/lpe83.htm)

É claro que erros como esses são comuns, mas me espanta pessoas que trabalham como atendimento publicitário ou redação comumente os usarem (é no minimo revoltante).

Eu deveria fazer jornalismo... gosto de escrever mas não sei ser tão sucinto para a publicidade, eu sou um amante prolixo da lingua portuguesa. No minimo curioso...

Estou escrevendo desenfreadamente sem seguir nenhuma métrica ou mesmo um assunto...

Não estou com muita pasciencia esses dias... acredito ser a ausencia de minha mulher...

rsrs

Mas ela esta vindo e eu vou ficar melhor...


Sds o que vos escreve...


Caio Araújo

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Quem gosta de publicidade é publicitário.

Posted by Caio Araujo. on 10:34



Há dias essa frase ecoa na minha cabeça. Na verdade não sei ao certo de onde tirei isso, se foi fruto de minha cabeça fértil para comentários ácidos ou se eu ouvi em algum lugar, mas seguem minhas congratulações para o autor - Se fui eu mesmo eu sou narcisista rsrs.
É fato a minha insatisfação por muita coisa, mas ultimamente estou admirado com minha impaciência com o mercado de trabalho e as redundantes aulas da faculdade. É como se a cada semestre que se passa os professores tentam repetir as mesmas afirmações de maneiras diferentes. Sei também que eu adoro ser prolixo em meus textos, mas daí a fazer de minha vida acadêmica um eterno flashback...
Acho que fui contaminado por um vírus que circunda o meio da comunicação: O pessimismo.
A cada dia o mercado fica mais exigente, e é inflado de maus profissionais que conseguem bons cargos e salários melhores ainda por pura indicação.
Enquanto isso outros profissionais que desempenham trabalhos muito melhores e tem idéias excepcionais mofam em agencias pequenas recebendo miséria.
Mas o real motivo desse texto que se segue é a reflexão da publicidade perante seu principal alvo... o consumidor. Muitas vezes os “criativos” se perdem em suas idéias mirabolantes que vão os levar a prêmios, palestras e aulas sobre suas peças, e se esquecem de um principio básico...
Publicidade é feita pra vender. Se o consumidor não entende com clareza o que quer passar, ele pode achar sua peça linda mas isso não surtirá nenhum efeito “economicamente favorável” ao seu cliente.
Peças minimalista tendem a fazer o cliente pensar muito... e tudo o que não temos em publicidade é tempo. Os publicitários fazem peças não pra agradar e induzir o target ao consumo, e sim para construir portifólios, e mostrar aos outros publicitários que ele tem boas peças, peças inteligentes.
Não subestimo a inteligencia da população, tão pouco carrego a bandeira da teoria hipodérmica, mas elaborar peças para entendimento de uma pequena parcela da sociedade me soa com um pouco de pedantismo, Ou então o cada vez mais crescente numero de instituições que lecionam comunicação finalmente fez efeito na construção de uma sociedade “abarrotada” de comunicólogos... se bem que para se exercer esse “oficio” não lhe é exigido nada alem de boa vontade.

Sim... eu questiono isso... enquanto eu me acabo de estudar em uma faculdade para me formar e ter embasamento teórico e pratico, inúmeros profissionais exercem o cargo sem se quer ter entrado em uma sala de aula. Eu não inferiorizo o conhecimento deles, pois eu já aprendi muita coisa boa com gente assim. Mas enquanto eu passo horas, dias, meses e anos de minha vida vendo aulas, outras pessoas estão construindo bons currículos pois possuem “mais tempo” para trabalhar na área.

Apesar de milhões de pessoas cursarem direito, nem todas conseguem passar na prova da OAB, isso ajuda quem estuda. Apesar do Brasil muitas vezes parecer terra de ninguém não da pra trabalhar como advogado sem a devida autorização. O mesmo se aplica à medicina.

Mas e a comunicação?... E quanto a Publicidade???

É meus caros é hora de revermos nossos conceitos ou torcermos para que nossos filhos não trilhem os mesmo caminhos, a não ser que consigamos nos destacar no mercado dos “quem indique” possibilitando uma boa vida para a nossa prole.

Proponho um brinde a nossa inércia comunicóloga...

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Voltas e Revoltas

Posted by Caio Araujo. on 12:00


Hoje foi um dia estressante. Na verdade isso veio desde ontem. Após blasfemar das mais diversas formas possíveis numa fila de 4 horas para revalidação do Salvador Card, ainda tive que me deparar com a falta de documentação de meu irmão mais novo. Embaixo de um sol escaldante e sentindo os mais diversos cheiros e odores, tive que ouvir por duradouras 4 horas "olha a agua", "H2OH" e "Picolé". Creio que apesar do calor torrencial os vendedores ambulantes de salvador tem uma estratégia muito maior para venda... Vencer pelo cansaço.
Não vou estender minha angustia e revolta por essas linhas. Após finalmente ser atendido descubro que novamente a minha instituição de ensino não enviou meu nome para revalidação. E la vou eu novamente enfrentar as exclamações dos ambulantes no afã de aumentar sua renda pessoal ou familiar.
Sim... dessa vez eu consegui... Mesmo assim me revolta muito o mundialmente famoso "jeitinho Brasileiro". Um amigo meu trabalha como segurança la no local. E mesmo me vendo reclamar das pessoas que furavam a fila na maior cara de pal ele me fez essa proposta. Tudo bem eu entendo... é um condicionamento...
Desde pequeno você ouve que tem que se dar bem, e que não pode ser passado pra trás, nada mais comum que você tente fazer o extremo oposto com os outros.
Mas feliz ou infelizmente essa não é minha índole, talvez por educação ou por "preguiça moral" (não tente entender esse termo).
O Fato é Brasileiro é um povo sem nenhuma educação, e o Baiano é ainda pior. Não vou denegrir a imagem dos meus conterrâneos mas não aceito mais reclamações soteropolitanas sobre esse assunto.
A falta de educação esta enraizada em nossa cultura, o excesso de busca por vantagens não nos difere dos piores animais. Passamos por cima de tudo e de todos para conseguimos o que queremos, e isso é o que há de pior no ser humano.
O mínimo de altruísmo é necessário ao povo Brasileiro, até porque queremos respeito, mas não respeitamos.
Não espero ser ouvido ou mesmo que minhas lamúrias causem uma onde de boas ações e dignidade à população, mas espero que você, seja lá quem for, em qualquer momento que leia essas palavras reflita sobre o tratamento que dá as pessoas ao seu redor. E analise se gostaria de ser tratado da mesma forma.
O minimo que queremos ouvir é um me desculpe, eu lamento ou um obrigado.
Que sejamos afáveis e cordiais com quem gostamos, mas que tenhamos a consideração e respeito com o próximo seja ele quem for.
É fato... a lei de Murphy existe. Mas nem tudo em nossas vidas sempre são rosas ou calvários. Apesar de toda minha impaciência e irritabilidade a flor da pele, eu passo por uma fase afetiva muito boa. Tenho convicção do meu amor por essa pessoa e do dela por mim, e por maior que seja minha chateação sinto tudo mais leve quando converso com ela, mesmo ela sendo duas vezes mais impaciente e revoltada que eu.
Afinal é valido ditado “faça o que eu digo e não o que eu faço”.

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Atualização

Posted by Caio Araujo. on 11:38




Nunca mais postei nada...
Muita coisa aconteceu.. as coisas estão tomando um rumo que eu sinceramente não esperava, mas confesso que está me agradando... E muito.
Estou bem comigo mesmo, e com todos, e a única coisa que me transtorna é o trabalho (pelo fluxo apenas, pois estou me dando bem com todo mundo - fato impar ja que eu sou sempre o emburradinho) mas eu gosto desse stress de publicidade.
Fazer o que... é o que eu escolhi pra ser.. ou fui escolhido.

Ouvindo muito o "Time to be free" de André Mattos. Desde a febre do maximum the hormone é o cd que eu mais ouço. Religiosamente está tocando no meu tímpano, e todo fim de semana la vou eu pra bateria pra tocar especialmente "looking back".
Meus irmãos nem aguentam mais.

Forante meu universo musical e minha (cada vez mais presente) vitalidade espiritual... sigo com meus planos de vida, é claro que agora depois de tamanhas mudanças novos planos foram adcionados.
Mas como sempre consegui tudo que eu quis (e graças por isso) vou conseguir agora tambem.

Minha crescente felicidade responde pela alcunha de Mirna Torquato. Faz-me muito feliz menina...
E continuaremos assim.

:)

Enfim...

Foto do Farol de Itapuan... Cores vivíssimas e eu juro por tudo que não usei 1% de saturação... alias eu só usei o photo pra colocar a marca d'agua...

Adorei essa foto...

Mostra como estão meus dias...

Brilhantes e coloridos (isso foi gay rsrs).

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Brincando com Fogo

Posted by Caio Araujo. on 08:26


Fiz umas brincadeiras no photoshop com o Logo da Knightrider...
Dicas de Fábio Lody, o cara é foda mesmo...
Logo com e sem reflexo...
Segue minha recomendação.


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Bahêaaaaa

Posted by Caio Araujo. on 11:03


Ontem teve jogo da Seleção...
Muita espectativa, afinal somos lideres do campeonato. A maior espectativa é sem duvida continuar na liderança, e como o Vice ganhou do Feirense nada mais justo que a gente ganhar tambem...
Mas o Bahia é uma caixinha de surpresas, e no meio do 1º tempo a porra do Feirense faz 1X0... caralho eu fiquei puto, porque eu nunca vou ao estádio, e toda vez que eu vou o Bahia empata a porra do jogo, perder seria o fim da gota...
O que mais me impressionou foi a BAMOR... Velho que torcida da porra... contagia as outras torcidas... e ate a 1ª dama que ruia as unhas. Nem com o gol do adversário eles pararam...
E foi um tal de "Caldeirão" pra la e "ei Juiz vai tomar no cu" pra ca que eu nunca vi.


Eu estava tão agoniado que fiquei numa escada atras da polícia que por incrivel que pareça era o melhor lugar que eu tinha arranjado... Não só por estar fotografando, mas tambem pq n tinha nenhuma barra de ferro na minha frente.
Em um dado momento um brother se aproxima, para com um copo de cerveja na mão e a zaga do feirense faz falta...
Putz que bom... uma falta ótima... quase um penalti... e o brother me diz: "pronto ta ai... gol do Bahia". Eu não falei nada porque n conhecia... e achava que estava bebado... mesmo assim sabia que aquela camisa abria sorrisos aonde passava... abria caminhos... enfim, criava amizades.
A cobrança foi daquelas que eu detesto... ao invés de mandar uma patada pra socar a bola no fundo da rede, deram aquele toquinho, a roladinha pro lado... minha reação foi imediáta: "... Ah que porrra"..." e o Brother do lado me diz sereno e esperançoso: "Calma...". no segundo seguinte veio o tirambaço que eu esperava e a bola no fundo da rede...

Copos e mais copos com litros de cerveja refigerante e agua pra cima...
Vários gritos de BAHIA MINHA POOOOOOOOOOOOORRA...
Os Ânimos se acalmam e o brother volta a mim e diz... "não falei..."
Fica então o meu agradecimento a ele... nem sei o nome da criatura mas foi foda.
E o meu Bahêa segue fazendo mais um...
E mais outro...
E mais um... ops anulado sacanagem... impedimento...
E quando eu achava que não vinha mais nada...
Mais um...
Que beleza... Ainda líder e sempre goleando no caldeirão.
E assim vai ser até quando Deus permitir... mas sei que o coração dele tambem é tricolor.


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BORA BAHIA MINHA PORRA!!!

Posted by Caio Araujo. on 09:28



2 x 0 na casa do Vice é lindo demais...
porra fiquei meio comovido, meio empolgado....
uma zoação da porra na rua...
Pedro sai de minha casa gritando pra caralho... deita no chão... o vizinho grita...
enfim... foi foda!!!
Me arrependi de não ter ido no lixão...
Chegando em casa vi um spray do axe que me levou a fazer isso...
Aos meus amigos Vices...
Um presente pra voces, mais sorte na proxima, vocês vão precisar.
rsrs

http://www.fotolog.com/schin_chan

http://flickr.com/photos/caioviniciuscosta

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Hashi fight Round 2

Posted by Caio Araujo. on 07:51


Nessa sexta tem mais uma edição

rsrsr

To melhorando nessa coisa de Illustrator... Um dia vou ficar bom

XD

http://www.fotolog.com/schin_chan

http://flickr.com/photos/caioviniciuscosta

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Pensamentos passo a passo

Posted by Caio Araujo. on 09:57


Céus da BR do meu país....
É legal pensar que a gente é um grãozinho de areia no oceano...
O mundo é imenso e minúsculo ao mesmo tempo, e cada dia tem feito disso uma verdade incontestável.
Uma época atrás eu só andava de cabeça baixa (literalmente) sem nenhum motivo especial, as pessoas me falavam que me viam na rua e eu não via ninguem, porque estava olhando pro chão...
Não me lembro qual foi o dia, mas sei que em um dado momento eu olhei pra cima, não só pra cima na altura dos ombros, eu olhei pro céu, e foi a primeira vez que senti isso... O mundo é enorme e minúsculo, cada milímetro que passamos, que pisamos, ou que vivemos (se é que podemos medir assim) se repete por inúmeras vezes em nossas vidas, em contrapartida nunca mais será da mesma forma.
É... me sinto Heráclito: "O mesmo homem nunca se banha duas vezes na água do mesmo rio, porque nunca é o mesmo homem e nunca é o mesmo rio".
Isso faz muito sentido pra mim...

E toda vez que eu me lembro eu paro e olho pro céu... sem nenhuma perspectiva, apenas olho e isso me conforta.

http:www.fotolog.com/schin_chan

http://flickr.com/photos/caioviniciuscosta

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Fotos e Fatos

Posted by Caio Araujo. on 09:02


Essa eu postei ontem no meu fotolog....

Sabe me empolguei com esse lance do flickr

Td dia eu posto foto la, uma criatura de portugal me convidou pra expor minhas fotos em uma galeria la... e eu (é claro) fiz a liberação das imagens

Pow to todo empolgado com isso...

Se tudo der certo compro minha Camera profissa ate junho

XD


http:www.fotolog.com/schin_chan

http://flickr.com/photos/caioviniciuscosta

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Atualização

Posted by Caio Araujo. on 09:34


http:www.fotolog.com/schin_chan

http://flickr.com/photos/caioviniciuscosta

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Knightrider

Posted by Caio Araujo. on 07:27


Ensaio da Knightrider

foto por Camila

gostei dessa foto dela... quase mostra um "algo mais"
rsrsrs

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Knightrider logo

Posted by Caio Araujo. on 09:38


Logo da Knightrider
Valbiba me sacaneou
Brocou na edição
rsrsrs

Abraço nego véio...

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Metalcamp 09

Posted by Caio Araujo. on 08:59


Já pensou Caio na Slovenia?
Então me ajude ai
Vote lá no Metalcamp 2009
Que eu viajo e trago lembranças e ossos quebrados pra você.

http://www.metalcamp.eu/voting.php

La você procura em Brazil pela Knightrider e faz uma criança feliz.

XD

myspace da Knightrider:

http://www.myspace.com/knightriderband

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Hashi fight 2009 1ª Edição

Posted by Caio Araujo. on 09:47


Evento realizado no Restaurante Suan Loun na Barra, contando com 5 "lutadores" Eu, Bernardo (Meu irmão), Marcelo (Meu outro irmão), Lúcio (Meu vizinho e amigo de infancia) e Coelhão (o meu Brother).
Disputa acirrada sem um vencedor...
Empate técnico e prorrogação da disputa para o próximo evento.
Meu Saldo do dia:
3 pratos de yakissoba + Frango Xadrês + rolinho de queijo e primavera + Hotroll's
3 pratos de sushis e sashimis diversos
2,5 temaki de camarão com cream cheese
2 postas de Salmão grelhado.


Mês que vem rola a segunda edição

Coming Soon

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Forte são Marcelo

Posted by Caio Araujo. on 07:57


Forte são marcelo, me dá muitas inspirações...
Esse post vai pra Juu, ou melhor Tia Juu que me ajudou em um momento muito ruim de minha vida me mandando essa mensagem...

Solidão - Arnaldo Jabor

Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, nos bares, levanta
os braços, sorri e dispara: ´eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e
todo mundo é meu também´.
No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos
descompromissados, os adeptos da geração ´tribalista´ se dirigem aos
consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e
reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu.
Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso
comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como:
não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser
cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia
para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e
receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter ´alguém para amar´.. Somos livres para optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento...

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Mais uma parceria de mim comigo.

Posted by Caio Araujo. on 06:45


Cemitério de Nazaré das Farinhas

Esses dias eu tenho postado as mesmas fotos que posto no fotolog...
Estou passando por mudanças significativas em minha vida. Achei um bom lugar pra trabalhar, descobri que eu realmente amo uma pessoa (apesar de não ser correspondido rsrsrs), e estou numa transição na faculdade, tudo que eu acreditava esta se modificando. Não espero que alguem leia isso ou leve em consideração meus devaneios, faço porque sei que num futuro breve eu mesmo vou rever essas palavras e me arrepender de umas coisas, reconsiderar outras e entender o que eu deveria ter feito para que tudo fosse ainda mais diferente.

Mas enfim... nunca mais fiz um posta com mais de 2 linhas. Estou sendo muito reservado esses dias, ate comigo mesmo. conheci pessoas novas, com muito potencial...
e espero construir novas amizades e deixar os assuntos afetivos igualzinho a essa foto...

Enterrados!!!

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A lente que eu tanto amo

Posted by Caio Araujo. on 09:01

Eu só peguei ela uma vez, mas foi inesquecivel. me satisfez de uma forma que nenhuma outra havia satisfeito, me completou.

Declarações de amor a uma lente...

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Aniversário de minha mãe e meu Tio

Posted by Caio Araujo. on 11:50


Meu primo Vicente tambem foi alvo de minhas fotografias.

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Esculturas de maragogipinho

Posted by Caio Araujo. on 06:53
Achei muito bem feitas, não acredito que passava 3 dias na UFBA pra fazer um mamão e o carinha que faz isso leva aproximadamente 1 dica para construir cada peça.
Tambem por R$-130,00 eu acho que meu insentivo seria maior.
XD


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Aniversário de minha mãe e meu tio

Posted by Caio Araujo. on 07:02






Estou eu la em pleno aniversário de minha mãe e meu tiofotografando o jardim com a Tele.
Pouca profundidade de campo, valoriza pacas a imagem que eu quero dar destaque.
Muitissimo satisfeito, mas infelizmente as aoulas terminam esse mês. Oh vontade de repetir a matéria.

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Invasão de tumulo em Nazaré das farinhas

Posted by Caio Araujo. on 06:10

Decidi divulgar algumas fotos que eu faço.
a partir de agora so vou postar fotos minhas.

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Análise do filme o sorrizo da monaliza seguindo a optica do texto "a obra de arte na era da reprodutibilidade técnica" de Walter Benjamin

Posted by Caio Araujo. on 09:39
Analise do filme “O sorriso de Monaliza”


A analise do filme “O sorriso de Monaliza” nos remete automaticamente aos embates sobre a questão da reprodutibilidade técnica da obra de arte, evidenciando uma postura de que essa reprodutibilidade tem o intuito de lucrar com as copias, mas também de “popularizar” a obra de arte. O filme discorre a estória de uma professora de historia da arte numa tradicional escola de moças dos estados unidos nos anos 50, que enfrenta preconceito de algumas alunas por tentar expor uma nova visão à cerca da arte moderna. Por se tratar de uma instituição estritamente conservadora, muitas de suas idéias foram chocadas com as ideologias da academia.
A lucratibilidade com a reprodução técnica fica evidenciada num exemplo que a professora trás a classe. Ela expõe a turma o embate de que todos almejam ter o original ou ao menos uma cópia dos grandes pintores em suas casas, e mostra uma caixa com exercícios para composição de copias dos quadros de Van Gogh, demonstrando a facilidade de se ter uma grande obra (ou uma cópia da mesma).
A reprodutibilidade técnica é embate direto e indireto em muitas situações. Ao questionar a metodologia de ensino da instituição (sobre lecionar apenas sobre as obras tidas como clássicas, deixando de lado o observar das obras modernas, não tidas como arte. E sobre ter dito que Picasso faria pelo século XX o que Michelangelo fez pela renascença) a professora é confrontada por um dos seus diretores sobre ela já ter ido a Capela Sistina. Apesar de nunca ter ido a mesma tinha ciência do seu conteúdo por conta da reprodutibilidade. A possibilidade de se fazer cópias (seja através da fotografia, filme ou da cópia dos quadros ou esculturas) age de forma social, tornando o acesso à arte popular e sem desmerecer a unicidade do original, que é o único que carrega em si as suas marcas de tempo, a sua existência única no lugar em que se encontra.
Nota-se também a reprodutibilidade no presente que a professora ganha. No seu presente constavam reproduções da Capela Sistina, a Vênus de Milo, Davi e a Monaliza. Deixando ainda mais evidenciado o papel social da reprodução de obras de arte, tendo em vista que muitas pessoas se quer teriam idéia de como são algumas obras caso não existisse essa ferramenta.
Por fim evidencia-se no filme a via de mão dupla da reprodutibilidade técnica, agindo como ferramenta para comercializar obras similares as originais (cópias ou mesmo fotografias, que possuem o seu valor de culto a exemplo da fotografia de pessoas mortas e de pessoas distantes), e também o seu papel social com a popularização da obra de arte. A função de promover a arte para todas as classes e a todo o momento, sem ferir a unicidade e o valor de culto da obra original.

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Pra tirar a teia

Posted by Caio Araujo. on 07:42



Análise crítica dos filmes "Rock star" e "Fama para todos" na óptica da industria cultural.

"ROCK STAR"

A análise crítica do filme “Rock star” permite a identificação da industria cultural nas suas mais profundas camadas. A obra discorre a vida de um jovem fã de um grupo de rock, que faz de tudo para ser igual aos seus ídolos. Acabando por se tornar um dos integrantes do grupo e vivendo o outro lado dessa relação entre artista e público.

As ligações entre o público jovem e as bandas de rock dos anos 80 denotam a padronização através da influência que os artistas causavam. A imagem do ídolo é fornecida como um objeto, uma mercadoria, tudo o que ele faz ou pronuncia é medido para causar o impacto desejado sobre o publico alvo. Não se vende apenas a musica produzida por ele, no processo de industrialização cultural é vendido todo o estilo de vida do artista, e isso é notado de diversas formas, seja no fato do protagonista ter uma banda cover (ou banda tributo como ele mesmo afirma), ou no momento em que ele coloca um piercing no mamilo porque o seu ídolo fizera o mesmo. O próprio fato da existência de bandas cover é uma clara demonstração da ”standartização”.

Desencadeando a produção em série de um mesmo tipo de produto. A atenção para de ser focada na obra e passa a ser direcionada ao artista.

A produção cultural esta direcionada cada vez mais para a industria do divertimento. A pluralidade de opções, desencadeada através da reprodutibilidade técnica, difundiu a arte e a possibilidade de apreciá-la, mas também acabou desvalorizando-a e perdendo as noções de tradição, originalidade e autenticidade.

A padronização do publico facilita o processo de produção das obras. Num dado momento ao decorrer do filme o protagonista tenta trazer novas idéias para as musicas do novo álbum da banda, e é “barrado” pelos antigos integrantes com o discurso de que a banda já produz o que o publico quer ouvir, que quando se compra o cd daquela banda já se sabe o que esta esperando. E que o seu papel era apenas de executar o que já estava previamente construído baseado num estereótipo de publico, e na obviedade (o clichê) de tudo o que lhe atraia.

Ao fim o fato do rapaz ceder o seu posto como “Frontman” do grupo para um outro jovem (que o fez lembrar de tudo que ele já havia passado ate chegar à banda a qual era fã), demonstra a necessidade, a dependência, imediata da arte para a produção.

Uma peça pode ser substituída, assim como o vocalista anterior havia sido, desde que a essência inicial, o clichê e o estereótipo continuem os mesmos, e continuem promovendo a mesma sensação ao consumidor.





FAMA PARA TODOS

Observando o filme “Fama para todos” e traçando um paralelo sobre a industria cultural, podemos notar que existe, por conta do público, uma necessidade de reconhecimento através do seu ídolo. A imagem do ídolo é vendida (fabricada) para que o fã queira se parecer, queira viver e fazer parte da vida do ídolo.

O filme fala sobre um pai que tem muita vontade de ver a filha vencer na vida através da música, para que ela não venha passar as mesmas dificuldades dele. Após perder seu emprego toma uma atitude inconseqüente. Seqüestra a cantora mais famosa do país, e negocia com o produtor a liberação da refém em troca da gravação de uma música com sua filha. A garota gosta muito de cantar, embora não se sinta à vontade por conta dos estereótipos aos quais ela não se enquadra como artista. Embora o pai enxergue potencial, ela não se sente capaz de agradar ao público.

Essa busca por viver a vida de outra pessoa, tanto da parte do pai (por ter colocado o nome de uma antiga cantora na filha - Marva) quanto da filha (que em suas apresentações como cantora amadora buscava ser sempre o mais parecido possível com seus ídolos. Como madona por exemplo) evidencia a busca pela semelhança, a busca por ser igual a aquilo que se admira.

O produtor da cantora vê uma possibilidade de aumentar a audiência de um programa em virtude do seqüestro dela e da primeira aparição de Marva na TV, a qual ele já sabia que era filha do seqüestrador. Ele utiliza a inocência e a crença do pai na garota, para poder exibir em rede nacional o apelo do seqüestrador para que a filha cantasse a música criada por ele.

A utilização das pessoas como ferramentas de divertimento e objetos de consumo é característica da industria cultural, cria-se uma atmosfera ao redor daquela pessoa e situações que as fazem diferentes das outras, se destacando e sendo um referencial. Porem um ícone pode ser facilmente substituído por outro que vai desempenhar o mesmo papel que o antigo, são apenas engrenagens de uma grande máquina.

Marva consegue o seu lugar como cantora, e a ex-pop star deixa a sua carreira de lado para morar com um dos seqüestradores. O que evidencia o papel de ídolo como um recurso de vendas para o mercado cultural. Uma vaga é deixada para a nova estrela pop do país, e Marva esta pronta para ocupar esse posto. Existe a criação de um padrão e de um referencial para ser admirado, copiado e seguido pelos fãs, é nisso que as grandes produtoras da industria cultural apostam. Na criação de ícones a serem seguidos pelos consumidores potenciais.

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PARABENS PRA MIM

Posted by Caio Araujo. on 20:25




É... Hoje repito um ritual que já dura 5 anos.

Não consigo dormir na noite do meu aniversário.

Não é medo de ficar velho, é que eu fico me analisando pra saber se fiz valer a pena cada instante.

Eu sou bem simples, facil de ser agradado. Quando cheguei da faculdade hoje fui positivamente surpreendido. Tinha um presente pra mim.

Juro por tudo que não esperava ganhar nada, mas meu pai comprou pra mim uma camisa indiana. Nunca me vi com uma camisa indiana na vida, mas fiquei ultra-feliz.

É estranho não aguardar nada e quando ganhar algo parecer que era tudo o que eu queria.

Então me resta aguardar dessa "nova era" que se inicia toda a sorte e firmeza pra conseguir continuar caminhando na estrada da vida, e me esforçar pra melhorar a cada dia.

Estranho é que eu mesmo me dou os votos de coragem, perseverança e felicidades.

Vai lá... Sorte pra ti Caio.

Eu conto com você.

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DESAFIOS

Posted by Caio Araujo. on 19:13
Decidi postar um texto de uma pessoa muito importante
Freire, meu professor de marketing
Tem sido um cara ótimo.
Alem de um professor excepcional, um ótimo amigo.
sem mais delongas apreciem a leitura...



10 dicas para enfrentar des-a-fios

Responda rápido: o que é desafio? Duvido que você saiba. Vamos lá… Tempo esgotado.!
Percebeu que quando falamos em desafio parece que alguém está nos insultando, duvidando de nossa capacidade. Na verdade é isso mesmo. O próprio dicionário (vá procurar e me dê outra definição diferente!) diz que desafio é “ato de provocar alguém para duelo; chamamento para qualquer modalidade de jogo, competição etc.; ato de incitar alguém para que faça algo, geralmente além de suas possibilidades; situação ou grande problema a ser vencido ou superado; tarefa difícil de ser executada; ato ou atitude de desrespeito e provocação”.
Ora, compreender o desafio é fácil. Difícil é vencê-lo. Será que você é capaz? Li em algum lugar e te desafio a descobrir aonde, dez dicas de como enfrentar os desafios da vida (até porque desafio lembra dez – veja o trocadilho do título), sejam eles de natureza pessoal, familiar ou profissional. Tenho cá minhas dúvidas que você consiga chegar até o fim da leitura. Até que é boa, mas está grande, principalmente por saber da sua falta de perseverança e determinação. É de propósito. Ao fim do texto, tenho uma surpresa que deveria ser lida somente depois das dez dicas. Mas você é indisciplinado, e vai querer ir direto ao fim. Calma! Em todo caso, leia aí as dicas.
1) Não negação. A pior tolice que você faz diante de um desafio é subestimar a sua existência. Reconhecer a existência do desafio bem como sua grandeza, são os primeiros passos para a superação. Lembra que às vezes dizemos – não é bem assim não (são dois nãos na mesma frase, por favor…)
2) Autoconfiança. Da mesma forma, é também tolice subestimar a si mesmo. Lembre de tudo por que você já passou na vida e superou, principalmente aqueles desafios impossíveis, confie que você também é capaz de superar este novo, lembre de se preparar.
3) Discernimento. Use a sua sabedoria e a dos outros para identificar a natureza do desafio, e suas nuances. Tentar resolver na empresa o problema que está em casa, ou vice-versa é ruim. Comece a perguntar “E SE...?”, “POR QUÊ?”, “COMO?”
4) Controle emocional. Nada de desespero, ou ansiedade, só levam à precipitação. O medo só o derrota se você quiser. Comece a pensar em coisas positivas, pense na superação do desafio para equilibrar a mente e trazê-la de volta à tranqüilidade.
5) Solução. Pare de focar nos problemas e suas possíveis conseqüências. É hora de olhar para os caminhos que levarão à superação do mesmo.
6) Preparação. Depois de achado um caminho, veja o que é realmente necessário para começar essa caminhada. Prepare-se, estude, treine, leia, converse, peça ajuda.
7) Perseverança. Muitas vezes você pensará em desistir. Se cair sete vezes, levante oito. Mas analise porque caiu.
8) Ajuste. Se os resultados não estiverem dentro do esperado, analise o quadro, veja quais os ajustes a serem feitos e quais rumos e estratégias deverão ser refeitos. Faça-os e prossiga.
9) Comemore. Quando a vitória for conquistada, comemore o feito. Celebre! Isso será fundamental para sua auto-estima, para você se nutrir das forças necessárias para o próximo desafio.
10) Próximo. “A vida vem em ondas como o mar, num indo e vindo infinito…” Fique calmo se o próximo desafio for ainda maior que os anteriores. Saiba que os desafios chegam na medida de sua capacidade (1 Co 10:13). Portanto, nada de sustos. Será assim enquanto você quiser avançar e crescer na vida.
Agora a surpresa! Sem voltar ao texto, me diga: qual foi a primeira dica? Esqueceu ou não leu o texto? Se você leu o texto apenas para vencer o meu desafio e esqueceu de aproveitar para fixar as idéias e crescer com elas, provavelmente perdeu o seu precioso tempo. Só lhe restam duas coisas: ou você vira a página e me chama de babaca, ou volta às dicas e, agora, as lê, fixando os conceitos. Desculpe-me se lhe contrariei, mas desafio é assim mesmo. É contrário às nossas vontades, mas importantes ao nosso crescimento. Outra coisa, percebeu quantos nãos foram escritos? Seja positivo sempre e em qualquer circunstância da vida, dizer não só para educar, pense nisto também.

Antonio Freire da Silva Neto é Bacharel em Marketing, especialista em Gestão Empresarial e em Educação Superior, Membro do Núcleo de Marketing da Bahia, Professor e Consultor. professorfreire2008@gmail.com

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Sorriso amarelo

Posted by Caio Araujo. on 20:50


Domingo eu fui tocar com a Zabumbêa no Caranguejo de Sergipe. Eu sempre quis um lugar legal, que desse gente, que o som estivesse bom. Mas sabe quando você não consegue se divertir com nada?

Nessa profissão (empreendimento) que eu escolhi (fui escolhido), uma coisa que é vital é ser efusivamente feliz.
E infelizmente essa não é a minha melhor característica.

É fato que em alguns dias eu estou uma peste (no bom sentido), mas tem outras vezes que tudo o que eu queria é sumir. Era nem existir.

E o domingo e segunda ( que eu toquei na católica) foram esses dias.

Eu cheguei no bar como todo domingo, e honestamente fui um bom ator. Fiz bem o meu papel de animar todo mundo, mas não fiquei animado.

Eu adoro cinema brasileiro (não os pornôs ou algumas porcarias lançadas), e sou fã declarado de Selton Mello. Uma vez eu vi uma entrevista dele em que ele falou que não é nada do que representa na maioria dos seus papeis. Que na verdade ele é depressivo.

Longe de mim dizer que sou bom ator como ele, eu não tenho tamanha cara de pau para falar isso. Mas posso dizer que senti na pele o que é ser serviçal das necessidades de animação dos outros.

Por um lado é bom, porque sempre que eu faço alguém rir eu me sinto menos vazio. Mas por outro eu penso quando alguém vai me fazer rir verdadeiramente? Não com a boca e sim com o coração.

Isso me lembra um livro infantil que eu adorava quando criança – Pinote o fracote e Janjão o fortão.



No livro, o tal Janjão adorava sair com os garotos mais fracos que ele e os obrigava a rir de suas piadas sem graça e perversidades que ele fazia, pois ele era maior e mais forte que os outros.

Até que um dia ele mandou o tal Pinote rir de algo (eu não me lembro o que era) e pinote falou: “eu posso rir com a boca, mas você nunca vai saber se estou rindo com o coração...”.

Resultado é que esse questionamento na cabeça do pobre “malfeitor” fez com que ele se desesperasse e saísse chorando. Acho que ele ficou maluco depois disso, mas seria covardia me fazer lembrar de algo que eu li com 8 anos.

O fato é que eu posso rir por fora, mas por dentro quase sempre estou sério, e isso está me matando.

Espero que isso passe como tudo que TEVE que passar.

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Cumplicidade, azar no jogo e no amor

Posted by Caio Araujo. on 20:14


Eu e coelho

Ta ai um cara legal.
Virou meu brother de uma hora pra outra,
E hoje (já deve ter bem uns dois anos que) a gente sai religiosamente todo o fim de semana (quando estamos em salvador).

Coelho passou por uns problemas amorosos esses dias.
Eu também...
Aliás é graças a esse "problema" que eu criei esse blog, era uma forma de desabafar enquanto eu não podia falar com ela.

Mas amores à parte...

Ontem na volta pra casa após um show eu liguei pra ele.
E a gente tava conversando sobre o acontecido com os dois.
Ele me falou uma coisa que ficou na minha cabeça...

“... negão eu to cansado dessas mulheres. A única coisa que me anima é saber que eu sou um cara que se esforça pra ser legal. Não é possível que a gente vá “se fuder” a vida inteira. Uma hora a mulher certa vai aparecer e vai fazer valer a pena esse tempo em que a gente foi “sacaneado” pelas outras...”.

Às vezes eu penso desse jeito. Acho que na verdade é bom pensar desse jeito pra não se tornar um completo descrente.
Sei que na minha vida nunca fui verdadeiramente sacana com ninguém, e as pessoas que um dia achei que me comportei mal eu dei um jeito de pedir desculpas.

Acho que não tenho inimigos declarados.

Mas muitas vezes eu confio tanto nas pessoas a ponto de achar que as levarei por toda a minha vida. Isso é um grande defeito. Já dizia a minha avó que não se deve acreditar em tudo e nem duvidar de nada, imagine nas pessoas.

Aos que eu acreditei, não os julgo. Sei que o erro foi meu, e sei que sou eufórico, imediatista, precipitado e me empolgo fácil.

Espero que um dia eu corrija esses defeitos, e consiga conviver com total desapego as pessoas (o que eu não acho certo, e sim necessário) para que todos possam ser felizes e egocentricamente realizados.

Afinal é bom ser amado e não precisar amar. Pois egoísta é todo individuo que pensa em si mesmo e não em mim.

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Amores, paixões e complicações.

Posted by Caio Araujo. on 18:35
Preparei um post sobre minha relação com as mulheres com quem já me envolvi, e percebi que sou mais complicado do que eu imaginava. Até agora tenho 2 páginas de word com recuo no máximo e ainda estou em 2002. Desse jeito escrevo um livro.

Veremos se eu consigo postar amanhã.

Porque hoje eu já não tenho nem cabeça mais pra escrever nada.

Até mais ver.

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Brasil Vs. Brazil

Posted by Caio Araujo. on 20:43
Acho terrível pensar que nós somos submissos ao que vem de fora.

Se analisarmos superficialmente a afirmativa: "Se você conhecer o inimigo e a si próprio, não precisará temer o resultado de cem batalhas" nós estamos um passo a frente de qualquer outra nação. Mas se nos aprofundarmos nessa mesma afirmativa veremos que essa não é a verdade do nosso país.

Vou explicar...

O Brasil é constituído de uma pluralidade quase que "pecaminosa" de culturas. É uma verdadeira salada de frutas étnica, um "bacanal" de raças. Esse é sem duvida o país do futuro, na verdade de um futuro que a cada dia se torna mais futuro. Não quero nunca ser entendido como um pessimista, um Diogo Mainardi da vida. Digamos que sou um patriota "frustrado".

O fato é que com tanta proteção, admiração aos importados e desvalorização do nacional nós realmente conhecemos mais o que vem de fora, e deixamos de desfrutar do que já é nosso. A política de proteção aos produtos nacionais americanos é uma boa e simples solução para o nosso problema. O absurdo é o Brasil atingir a "auto-suficiência" do petróleo e importar mais do que nunca. Esquecemos a parte do "CONHECER A SI PRÓPRIO".

O sonho da maioria dos brasileiros é mudar, é "sair daqui". Mas ir para onde?
Viver em um país que não é o seu, e dar as costas aos problemas que cercam a sua verdadeira casa?

O mais engraçado é que para a maioria é muito bom ser brasileiro uma vez por ano, no carnaval. E para outra grande parcela a cada quatro anos, (não se iluda, não é da eleição presidencial que eu estou falando, que por sinal se não fosse obrigatória ninguém votaria. Afinal é mais prazeroso para o povo infringir a lei seca e ir a praia no domingo de eleição)
o povo ama realmente o futebol.


Sendo assim continuamos nos entorpecendo do nosso ópio moderno:
Futebol, Bebida, Praia e esperança que tudo mude sem fazermos absolutamente nada.

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Segurança ou Seguran$$$a?

Posted by Caio Araujo. on 19:05
Sou um cidadão soteropolitano, que reside e sempre residiu em Itapuan (bairro bastante conhecido da cidade).

Desde pequeno acostumado a andar pelas ruas do meu bairro, na verdade eu nunca tive um bom motivo para me sentir desprotegido nas proximidades da minha casa. É claro que já houveram assaltos (inclusive a mim, mas em todas as vezes eu estava em locais não muito seguros e ciente disso), casos escandalosos e chocantes de crimes, barbáries daquelas contadas em contos de Alfred Hitchcock, mas na verdade nunca me senti muito intimidado. Sempre vi o crime e a desigualdade crescendo de forma cada vez mais desenfreada, mas o que realmente acabou me acuando foi o que me ocorreu na segunda-feira dia 05 de maio de 2008.

Eu faço o curso de Publicidade e propaganda na Faculdade Social da Bahia - FSBA, (como ninguém nunca sabe aonde é eu falo que é a Faculdade do ISBA - colégio tradicional de Salvador localizado na Ondina - aquela mesma Ondina do carnaval que todos conhecem).

Na volta estafante de ônibus para a minha casa, fiz o mesmo percurso que faço religiosamente todos os dias de semana. Desci do ônibus num ponto que fica logo na frente da minha rua (é uma questão de 20 passos). A minha rua tem segurança, não só no sentido figurado por ser uma rua sempre cheia e estar sempre iluminada, alem de ser fechada - não tem saída, só a mesma que é entrada, e uns "caras" teoricamente preparados para afastar o perigo que nos ronda. Como todos os dias cheguei as 22 e alguma coisa e fui subindo pra casa. O mais intrigante é que curiosamente a rua (que sempre está cheia de casais, pessoas caminhando e crianças brincando) estava completamente vazia, parecia que eu chegava de madrugada.

Uns 100 metros mais e eu estava em casa, mas fui abordado por 2 motos com 4 pessoas. Os dois caronas desceram. Minha primeira reação foi de cumprimentá-los porque (eu não sei ao certo, mas achei que mesmo de capacete) me pareciam familiares aqueles olhos. Não era o que eu (inocentemente) achava.

O primeiro arrancou os fones (do meu MP4) do meu ouvido, enquanto o outro me apontava uma arma, foi então que eu me dei conta que estava sendo assaltado.

Retiraram meu MP4, pediram meu celular, eu disse que não tinha (eu estava com uma camisa de um time de futebol que cobria o bolso onde ele estava), o que teoricamente não estava armado apontou para o bolso aonde estava o celular e falou: "Esta ai nesse seu bolso, passa logo pra não levar um tiro..." ai já viu né?... e ainda falou: "passa a prata", e eu respondi meio atordoado "não é prata não mané, prata brilha mais, isso é aço". Admito que não foi uma boa resposta, mas minha maior besteira ainda estava por vir.

Então o que estava com a arma me mandou passar a carteira, e eu idiotamente disse que ele era muito "quexudo" (perdi uma boa oportunidade de ficar calado e evitar maiores problemas). O que estava sem a arma tentou pegar minha carteira no meu bolso que estava próximo ao joelho, e eu o empurrei, ele me deu um chute na costela que posteriormente me rendeu falta de ar, e eu retribui com um soco (teoricamente no rosto, que doeria mais nele do que em mim se ele não estivesse de capacete). Resultado: Alem do chute na costela e da mão doendo levei uma coronhada, que não sangrou, mas não é a melhor sensação do mundo.

Apos uns 30 longos segundos (talvez os mais longos de minha vida que poderia ter terminado ali), eles subiram nas motos e desceram a rua. Novamente idiotamente eu corri atrás deles gritando "ladrão" e assobiando muito alto para que o segurança que estava sentado na portaria da entrada da rua tomasse alguma providencia (tendo em vista que ele estava na frete dos sujeitos e a uns 60 metros de mim). Parado estava, parado ficou. E quando perguntei a ele o porque dele não ter feito nada, ele simplesmente me perguntou: "Você queria que eu fizesse o que??".

Fui a delegacia prestar queixa, o delegado não estava, teve que socorrer a filha (o que não e nenhuma novidade no Brasil, afinal quem trabalha nesses horários "escrotos" são os piões. Quem tem "bala na agulha" esta em casa socorrendo a filha). B.O. feito voltei pra casa, sabia que não ia dar em nada, afinal a polícia serve pra te mostrar o porque você não deve pegar uma arma e lutar contra o governo, e não pra te proteger.

Aparelho repressivo do estado. Ah minhas aulas...

Em minha cabeça só fica um questionamento...

A segurança pública é uma piada, a particular não existe, o que o povo vai ter que fazer pra se proteger do próprio povo?

Ou essa é a real tática do governo? Deixar a população se eliminar enquanto esvaziam os cofres públicos.

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